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sexta-feira, 31 de março de 2017

#Resenha: Respire

 Título Original: Ten Tiny Breaths

  Livro: 01

 Edição: única

 Autor(a): K.A. Tucker

 Editora: Fabrica 2 3 1

 Ano: 2016

 Nota: 5/5

 Sinopse: Kacey Cleary não chora, não suporta o toque das pessoas e canaliza sua energia para treinos intensos de kickboxing. Tudo isso depois de um ano de reabilitação física e de mergulhar num mundo de drogas e álcool para tentar lidar com a perda dos pais, da melhor amiga e do namorado, num acidente de carro do qual ela foi a única sobrevivente. Protagonista de Respire, primeiro livro da série Ten Tiny Breaths, sucesso de K.A. Tucker que chega ao Brasil pelo selo Fábrica 231, Kacey chegou ao fundo do poço, mas resolve lutar para sair de lá por Livie, a irmã caçula. Depois de irem morar com uma tia religiosa fanática e seu marido alcoólatra, as duas fogem para Miami para tentar recomeçar, e Kacey terá que enfrentar seus fantasmas para derrubar o muro que ergueu ao seu redor. Às vezes, respirar torna-se uma missão quase impossível, mas K.A. Tucker mostra que é preciso neste romance sobre perdas, amizade, amor e superação.

"Sou uma concha vazia que solta piadas inconvenientes e não sente nada."

   E é com essa frase que eu começo essa resenha, isso porque amei cada pedacinho dessa história, amei principalmente Kacey, uma protagonista que mesmo quebrada de várias maneira, continua forte, porque ainda lhe resta uma coisa por qual lutar, Livie, sua pequena, grande, de coração enorme, irmã mais nova.
   Em busca de recomeçar a vida, em um lugar onde ninguém conheça sua história, ambas partem para Miami, e passam a mora em um conjunto habitacional, com vizinhos bastantes peculiares, uma delas é Storm e sua filha Mia, que invade a vida de Kacey e Livie sem pedir licença, elas simplesmente chegam e se alojam na vida de ambas, não que Kacey goste disso de cara, mais ela vai aceitando. Temos também o irresistível Trent que assim como Kacey, tem seu segredos, confesso que achei meio previsível o que estava por vim, mas não deixa de ser emocionante quando os fatos são revelados e a maneira que os personagens lidam com isso é surpreendente, amei como autora resolveu tratar o problema, antes de continuar com qualquer coisa que estava crescendo, o que eu quero dizer que o fato do amor está em questão, os problemas anteriores não são superados em nome dele, pelo contrário são trabalhados para que possa haver um relacionamento futuro, sem nenhuma carga emocional.
   Achei Respire muito mais que um romance, é o outro lado da moeda, é como se colocar do lado contrário do golpe, invés de ser o golpeado, é quem está dano o golpe e ver que as coisas nem sempre são do jeito que a gente pensa, que as vezes até quem bate pode não ter culpa.
   Uma leitura leve, diria interessante, que de vez em quando irá lhe arrancar gargalhadas como também lhe dará momentos de aflições. super indico. 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

#Resenha: Amor em Jogo

 Título Original: Wild Cards

 Livro: 01

 Edição: 01

 Auto(a): Simone Elkeles

 Editora: Globo Livros

 Ano: 2014

 Nota: 4.5/5

 Sinopse: Ashtyn Parker já está acostumada a ser abandonada, e aprendeu a não se deixar envolver demais em nenhum relacionamento. Quando sua irmã mais velha volta para casa, depois de dez anos, com um enteado a tiracolo, ela não quer saber de nenhum dos dois. O que Ashtyn não esperava é que o tal garoto mal-encarado e sem nenhum limite seria também... Irresistível.

Depois de ser expulso do colégio interno em que estudava, Derek Fitzpatrick não teve outra escolha senão ir morar com a esposa de vinte e poucos anos de seu pai, que está viajando pela Marinha. Além de ter que aturar a madrasta, ele recebe a notícia de será obrigado a se mudar da Califórnia para sua cidade natal, Illinois. A vida não tinha mesmo como ficar pior...

Ashtyn se esconde atrás de uma fantasia da vida perfeita: boa aluna, a única menina – e capitã! – do time de futebol americano da escola e namorada do quarterback promissor. Tudo parecia um conto de fadas. Ainda assim, ela se sente deslocada, e tem um plano para deixar tudo pra trás e correr em busca da bolsa de estudos em alguma faculdade bem longe de sua vida atual.

Tudo o que Derek menos quer é participar de mais um drama familiar – já bastam os seus. Agora, ele se vê preso a uma casa estranha, com pessoas que não conhece e em uma cidade bem diferente do que está acostumado. O que ele não esperava era que aquela garota briguenta e fã de junk food seria capaz de mexer tanto com seus sentimentos. Ainda mais ele, tão acostumado a descartar meninas por aí.

Para azar – ou sorte!? – de Ashtyn e Derek, o destino ainda guarda mais uma reviravolta na manga. Mesmo com hábitos, ideias e sonhos completamente opostos, um desejo incontrolável surge entre os dois e, juntos, eles enfrentarão o desafio de vencer os preconceitos e os tabus da cidade em que vivem, além de seus próprios medos, para se entregarem completamente a uma paixão avassaladora.


   Sou bastante suspeita para falar de algo que simone elkeles escreve, sou apaixonada pela sua escrita desde "Química Perfeita" e sempre adoro a maneira que ela constrói seus personagens, que são sempre cheios de personalidade, com suas bagagens que determinaram quem são agora.
    Em amor em jogo não é diferente, apesar de ter sido um leitura onde tive que me policiar para não devorar o livro em poucas horas, consegui termina-lo em dois dias, eu acho, e venho procurando o que falar sobre ele.
   No livro logo de cara conhecemos Derek, nosso protagonista, que a princípios você pensa que ele é aquele tipo de mocinho encrenqueiro, que apesar de não está só nas coisas que faz, decide levar a culpa porque o castigo será menos pior para ele, afinal seu único parente é ausente e ele não coloca muita fé em sua madrasta, porém diferente de outras vezes que ele aprontou, dessa vez as consequências são piores, Derek é expulso do seu atual Colégio e ver sua vida virando de cabeça pra baixo quando sua madrasta resolve aproveitar a oportunidade para retorna a sua cidade natal levando o enteado, resultado? Sua vida se cruza com Ashtyn, garota que dividirá o mesmo teto, ja que agora ele se encontra em chicago, morando de favor na casa dos pais da sua madrasta.
Ashtyn por sua vez é banhada de personalidade, pratica e ama um certo esporte masculino, é amada por todos seus amigos, namora um babaca e se senti incomodada toda vida que se cruza com enteado de sua irmã, e tenta interagi sem sucesso com seu sobrinho que idolatra a pessoa que ela passou a odiar no mundo.
   Como vocês podem ver toda divergência sempre leva a algum lugar e aqui não é diferente, o que me encanta nos livros da autora é que os problemas não são um grande mimi dramático, são fantasmas que precisam ser enfrentados pras coisas darem certo.
   Apesar da história ser boa e é capaz de te prender, alguns pontos me incomodaram, como por exemplo o pai do Derek ser citado, porém nunca em nenhum momento dar as caras no livro, Robin a madrasta só aparece naquelas horas mais propícias, só pra fazer seu trabalho e dar aquele conselho(é meio que a voz da experiência), Ashtyn demorar para enxerga algumas Coisas que são bastante evidente, e minha surpresa foi em um personagem que aparece quase perto de chegar ao fim da historia.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

#TMJ - ... te amo para sempre!

  Olá gente, pra quem acompanha a gente no instagram, sabe que a autora do blog agora está acompanhando a "Turma da Mônica Jovem", eu sei, eu sei, comecei meio tarde, mais bem a tempo para uma nova coleção.
   Isso porque para quem não sabe, após a edição 100 que é onde nosso casal favorito desde criança reatam o namoro terminado na edição 34.
   E após essa edição, foi decidido um reboot da revisto, onde começaram tudo de novo, e na edição 01 de TMJ trás o casal super enamorados, aquela coisa bem brega mesmo, até que cebola recebe uma carta com um resultado muito importante, e sem ter coragem de dizer para mônica, ele decide elaborar algumas coisas antes de dar a notícia a ela, porém por irônia Mônica descobre algumas coisas antes e decide colocar as coisas em pratos limpos, quando tudo fica esclarecido, agora eles tem uma nova realidade pela frente para enfrentar.
   Curiosos? Corre para as bancas que ainda dar tempo de adquirir.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

#RESENHA: SWAY

 Título Original: Sway

 Livro: Único

 Edição: 01

 Autor(a): Kat Spears

 Editora: Globo Livros

 Ano: 2016

 Nota: 5/5 

 Sinopse: Sway é o apelido de Jesse Alderman, por causa de seu talento para conseguir qualquer coisa para qualquer pessoa, como providenciar trabalhos escolares, fazer com que pessoas sejam expulsas da escola, arrumar cerveja para as festas, entre outras coisas, legais ou ilegais... É sabendo dessa fama que Ken Foster, o capitão do time de futebol da escola, pede a ele um trabalho controverso: Ken quer que Bridget Smalley saia com ele. Com seu humor ácido e seu jeito politicamente incorreto de ver a vida, Sway terá que encarar o trabalho mais difícil que já teve: sufocar todos os sentimentos que Bridget desperta nele, a única menina verdadeiramente boa que ele conheceu em toda a sua vida.

    Então, foi tão gostoso começar o ano com essa leitura que me surpreendeu na mesma medida que não, e vocês devem está se perguntando o que dele para mim foi tão especial para fechar com a história e carregar ela pra sempre no coração.
   Sway é uma daquelas leituras que você começa, mas você não senti passar, quando ver já está acabando, e os personagens são tão cheios de personalidades e fiéis a ela que me surpreendeu seguirem firme e forte até o fim.
   O livro conta a história de Jesse, mais conhecido por Sway, apelido que ele detesta, e logo no começo a gente o encontra em uma cena peculiar e já quer ler para saber como ele parou ali, Jesse é um cara que carrega consigo uma bagagem e sobrevive da melhor maneira possível que ele encontra, Jesse vende favores(e é numa dessas transições que ele descobre o que é o amor), imagine qualquer coisa que você queira, ele consegui, através disso, ele topa com Ken, um dos carinhas mais popular de sua escolar, que está com problemas para conquistar uma garota que não o dar bola para ele, necessitando dos serviços de Jesse para conquistar a garota, porém mal sabe Jesse que esse trabalho iria lhe custar uma pequena mudança no seus sentimentos.
   Bridget é aquela garota perfeita, que faz tudo perfeito e tem hobbies perfeito, mais por trás disso carrega um fardo em sua vida, Jesse não sabe porque ela é tão especial assim, mais decide encarar o desafio e aceitar o "trabalho", porém seus planos estremecem quando ele começa a conhecer Bridget, determinado a ser o homem de negócios, que ele sempre é, ele não deixa seus sentimentos atrapalharem suas transições e cumpre o serviço, o deixando como telespectador daquilo que ele trabalhou para acontecer, o resultado é que ele não gosta nada daquilo, mas decide deixa para lá, porque o que está feito, está feito!
   O negócio é que no meio do caminho desse trabalho ele conhece pessoas, pessoas que se recusam a sair da vida dele e ficam lá, lembrando que apesar de tudo é possível se ter amigos, e apesar da maneira peculiar de Jesse ser, ele sabe proteger os seus, mas o que Jesse não contava é que não importa o quanto ele quer repelir as pessoas, os que enxergam ele de verdade, jamais sairão da sua vida, quer queira ele ou não.

- Você é muito observador, Jesse. Apesar de um pouco irritante, decidir que vou gostar de você, mesmo que você não queira.

domingo, 27 de novembro de 2016

Resenha: A Melhor Coisa que Nunca Aconteceu na Minha Vida

 Título Original: The best thing that never happened to me

  Livro: Único

 Edição: 1

 Autor(a): Laura Taint & Jimmi Rice

 Editora: LeYa

 Ano: 2015

 Nota: 3.5/5

 Sinopse: Todo mundo faz planos para o futuro. Mas será que a vida sempre leva aos caminhos desejados?
Viajar pelo mundo, ter o emprego dos sonhos, um grande amor do passado. Cada um imagina que sua vida acontecerá de uma maneira diferente. Perto de completar trinta anos, Holly e Alex, que não se veem há onze anos, voltam a se encontrar por acaso.
Como o reencontro vai afetar a vida desses velhos amigos de infância?
Na adolescência a amizade escondia uma grande paixão não revelada. E que, mesmo com o passar dos anos, continuou na memória como lembrança ou arrependimento do que poderia ter sido. O que aconteceria se o destino reservasse a possibilidade de viver uma segunda chance, tanto na vida quanto no amor?
A melhor coisa que nunca aconteceu na minha vida tem esse gostinho de primeiro amor. Com um enredo leve, romântico e engraçado, este casal de protagonistas te conquistará logo nas primeiras páginas.


Olá, bom ultimamente tenho pegado na escura historias assim, de desencontros amorosos. E "a melhor coisa que nunca aconteceu na minha vida" é isso, são dois amigos, que secretamente se amam, porém não tem coragem para assumir o que o sentem um para o outro, e por conta de um detalhe as coisas desandam de vez fazendo nossa Holly se afastar de tudo e recomeçar sua vida em outro lugar.

E como o destino é aquela coisa engraçada e gosta de pregar peças, eis que o tempo passa, nada que cada um queria pra si, aconteceu, Alex queria mudar o mundo lecionando, porém acabou sendo aqueles professores que ele não queria ser, Holly queria conhecer o mundo, mais acabou se conformando com uma vida rotineira de uma secretária, e o destino agi exatamente ai, nas oportunidades, uma proposta que pode fazer seus sonhos virarem realidade surge, tentando Alex a jogar tudo de concreto pro alto e ir atrás de fazer a diferença e com ela a possibilidade de encontra sua amiga na mesma cidade para qual ele vai o deixa na expectativa de revê-la e saber o que ela andou aprontando, porém é surpreendido ao saber que Holly não seguiu nada do que ele imaginava, apesar de parecer outra, poupo a pouco eles dois vão retornando a amizade e com ela certos sentimentos, porém ambos tem seus certos obstáculos para enfrentar, Holly precisa tirar as vendas dos olhos e viver a vida, e Alex tem que começa a correr atrás dos prejuízos diante dos fatos revelados.

"Então, na verdade, você nunca sabe se o que está observando é real ou não"

Meu ponto favorito na história é Kev, um amigo em comum entre eles dois, que assistiu toda a história de perto, porém nunca pode dar uma forcinha, mais na idade adulta ele vai ser a grande chave pra unir os dois.

domingo, 21 de agosto de 2016

Resenha: Objetos Cortantes

 Título Original: Sharp Objects

  Livro: Único

 Autor(a): Gillian Flynn

 Editora: Intrínseca

 Ano: 2015

 Sinopse:  Uma narrativa tensa e cheia de reviravoltas. Um livro viciante, assombroso e inesquecível. Recém-saída de um hospital psiquiátrico, onde foi internada para tratar a tendência à automutilação que deixou seu corpo todo marcado, a repórter de um jornal sem prestígio em Chicago, Camille Preaker, tem um novo desafio pela frente. Frank Curry, o editor-chefe da publicação, pede que ela retorne à cidade onde nasceu para cobrir o caso de uma menina assassinada e outra misteriosamente desaparecida.
   Desde que deixou a pequena Wind Gap, no Missouri, oito anos antes, Camille quase não falou com a mãe neurótica, o padrasto e a meia-irmã, praticamente uma desconhecida. Mas, sem recursos para se hospedar na cidade, é obrigada a ficar na casa da família e lidar com todas as reminiscências de seu passado. Entrevistando velhos conhecidos e recém-chegados a fim de aprofundar as investigações e elaborar sua matéria, a jornalista relembra a infância e a adolescência conturbadas e aos poucos desvenda os segredos de sua família, quase tão macabros quanto as cicatrizes sob suas roupas.



   Apesar de você encontra-lo através de quatro editoras, a minha preferida é a da intrínseca, e pra quem leu "Garota Exemplar" sabe o que deve esperar de Objetos cortantes, que inclusive é o primeiro livro da autora.
   Definitivamente Gillian entrou pra minha lista de autores, cujos trabalhos eu pretendo acompanhar, o quê que me faltou em "Garota Exemplar" em "Objetos Cortantes eu encontrei, creio que se estivesse lido ele primeiro, não terminaria Garota Exempla numa relação duvidosa, até hoje não sei se gostei ou não gostei.
   Pra quem não conhece, deixo logo avisando que a autora gosta de fazer você pensar, gosta de mexer com o seu psicológico, ela é crua e não tem medo de ir para horizontes não satisfatório para um leitor, como eu posso dizer, é tipo a história é assim e aceitem.
    Em Objetos cortantes, as coisas não são diferente, e o que mais me encantou nesse livro foi a protagonista, que tem seus altos e baixos, mas para mim foi o melhor do livro. Camille é jornalista, que trabalha para um jornal não muito popular em Chicago, porém esse mesmo jornal busca aquela matéria memorável que o fará ascender, e seu chefe ver em um possível assassinato em serie em um cidadezinha pequena essa oportunidade, o problema? É que essa cidade é a cidade natal de Camille e voltar para lá é o mesmo que enfrentar seus passados e seus demônios, mais tudo bem, se for para o bem da carreira dela, ela está disposta a enfrenta-los. Em buscar de informações que liguem os assassinatos e por falta de colaboração da policia, ela decide investigar por si só seu caminho vez ou outra acaba se topando em Richard, o investigador responsável dos casos e paquerador nas horas vagas.
    Confesso que cheguei a shippa-los em um determinado ponto do livro, mais na mesma proporção em que me encantei pelo personagem, eu me decepcionei, isso porque Camille não é apenas uma jornalista, ela tem uma luta interna com seus problemas, problemas que causaram uma especie de dano permanente, colecionadora de adjetivos para si própria gravadas em seu corpo, daí a origem do título, objetos cortantes para sua pele é o mesmo que diamantes para os olhos, irresistível. E como bom homem que Richard é, quando ele se depara com isso, ele some, babaca? É, EU SEI. Mais não esperava.
   Os personagens que eu mais detestei foram todo o cast da família dela, como não ter um problema com pessoas como aquelas por perto.
    Pra resumi o livro, ele é intrigante, se você prestar um pouco de atenção, ele também pode ser um pouco previsível, mais as situações que nos são dadas nos livros são sensacionais, como não sentir? E como não poderia faltar o final é chocante daqueles que você xinga mesmo, e faz você concorda, não tinha como ter outro final, porque não tem como depois de tudo que ela passou, as coisas terminarem a mil maravilhas.

★★★★★

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Resenha: Curtindo a vida adoidado

 Título Original: Ferris Bueller's Day Off

 Livro: Único

 Autor(a): Todd Strasser

 Editora: Gutenberg

 Ano: 2016

 Sinopse:  A vida passa rápido demais. E se você não parar de vez em quando para vivê-la, vai acabar perdendo o seu tempo.

Os pais de Ferris Bueller realmente acreditaram que ele estava doente. A sua pior atuação em anos, e eles haviam caído nessa. Ferris não esperava que fosse fácil convencer o amigo, Cameron, a sair de sua fossa interior para acompanhá-lo em um dia onde o céu era o limite e não haveria nada que eles não pudessem fazer. Tirar a namorada, Sloane, da aula seria a parte fácil do plano, mesmo com a marcação cerrada do diretor Rooney e a perseguição de Jeanie, a explosiva irmã de Ferris.

Tendo Chicago inteira como parque de diversões e com a missão de fazer com que seu dia de folga seja incrível, Ferris não aceitará ter nada menos que o dia mais inesquecível de sua adolescência tão inesquecível quanto o filme de John Hughes, que completa 30 anos em 2016.

Considerado uma das obras mais importantes do cinema e o retrato de uma geração, Curtindo a vida adoidado é a expressão do sonho de jovens de todas as épocas. Afinal, quem nunca quis fugir de uma aula chata para curtir um dia lindo na companhia de seus melhores amigos?

Publicado pela primeira vez no Brasil em formato de romance, esta edição comemorativa contém altas doses de encrencas, aventuras e desculpas esfarrapadas!

Salve Ferris!


   Em comemoração aos 30 anos do filme a editora Gutenberg trás para gente a história escrita de "Curtindo a vida adoidado" um clássico dos anos 80, onde Matthew Broderick deu vida ao ilustre Ferris Bueller.


   Pra quem viu o filme, já deixo adiantado que o livro é mesmo que está assistindo, o único diferencial é que sabemos realmente o que os personagens estão sentindo, mas entre ler e ver, eu prefiro mil vezes assistir, não que o livro seja chato, pelo contrário, mais ver é mais divertido, e para quem nunca assistiu e está lendo o livro, recomendo logo depois você procurar o filme e dar uma checada e vocês irão entender.
    No meu caso, como era um clássico da sessão da tarde na globo, a maneira que ia lendo, ia visualizando as cenas na minha cabeça o que foi muito divertido de se ler.
    Mais falando do livro, Ferris é um jovem, otimista e articulador, que resolve tirar um dia de folga da escola, o que nós conhecemos como o famoso "cabular de aula" e junto com ele, ele resolve leva seu melhor amigo problemático Cameron e sua linda namorada Sloene para viver o melhor dia das suas vidas.
    Planeja sua saída até sua chegada, Ferris vai ao centro da cidade viver o melhor da vida com os seus companheiro, deixando Cameron apreensivo e Sloene apenas seguindo o rumo do seu namorado, enquanto isso vemos como os boatos correm na escola, o quanto Jeanie se irrita com as armações do irmão e o quantos os pais de Ferris são trouxa e o quanto o Roodney é fracassado, tem o ponto de vista de todo mundo.
    Não tenho muito o que dizer porque o livro é bem o filme mesmo.
    Dano três estrelas porque o livro não tem nada de novo só o que a gente já sabe mesmo, porém é uma leitura rápida e divertida, confesso que a nota real é três e meio, porém como não é possível...
... Well shake it, shake it, shake it, baby now 
★★★★★

terça-feira, 12 de julho de 2016

Resenha: Trilogia Slammed

 Título Original: Slammed

 Livro: 01

 Trilogia: Slammed

 Autor(a): Colleen Hoover

 Ano: 2013

 Editora: Galera Record

 Sinopse: O romance de estreia de Colleen Hoover, autora que viria a figurar na lista de best sellers do New York Times, apresenta uma família devastada por uma morte repentina.
   Após a perda inesperada do pai, Layken, de 18 anos, é obrigada a ser o suporte tanto da mãe quanto do irmão mais novo. Por fora, ela parece resiliente e tenaz; por dentro, entretanto, está perdendo as esperanças. Um rapaz transforma tudo isso: o vizinho de 21 anos, que se identifica com a realidade de Layken e parece entendê-la como ninguém. A atração entre os dois é inevitável, mas talvez o destino não esteja pronto para aceitar esse amor.



 Título Original: Slammed: Point of Retreat

 Livro: 02

 Trilogia: Slammed

 Autor(a): Colleen Hoover

 Ano: 2013

 Editora: Galera Record

 Sinopse: Destinados um ao outro, Layken e Will superaram os obstáculos que ameaçavam seu amor. Mas estão prestes a aprender, no entanto, que aquilo que os uniu pode se transformar, justamente, na razão de sua separação. O amor pode não ser o bastante.
   Depois de testado por tragédias, proibições e desencontros, o relacionamento de Layken e Will enfrenta novos desafios. Talvez a poesia desse casal acabe num verão solitário... Sem direito a rimas ou ritmo. A ex-namorada de Will retorna arrependida de ter deixado o rapaz. E está disposta a tudo para reconquistá-lo. Insegura, Layken começa a ler novas reações no comportamento do rapaz. E na insistência para adiar a "primeira vez" de ambos.
   Presos em uma ironia cruel do destino, eles precisam descobrir se o que sentem é verdadeiro ou fruto da extraordinária situação que os uniu. Será que é amor? Ou apenas compaixão? Layken passa a questionar a base de seu relacionamento com Will. E ele precisa provar seu amor para uma garota que parece não conseguir parar de "esculpir abóboras". Mas quando tudo parece resolvido, o casal se depara com um desafio ainda maior - e que talvez mude não só suas vidas, mas também as vidas de todos que dependem deles.



 Título Original: This Girl

 Livro: 03

 Trilogia: Slammed

 Autor(a): Colleen Hooveer

 Ano: 2014

 Editora: Galera Record

Sinopse:  O último volume da série Slammed continua e revisita a história de Will e Layken, cujo amor venceu os mais árduos obstáculos: proibições, impedimentos, ciúme, tragédia. Mas, depois de tudo isso, os dois, agora casados, começam a se sentir seguros do incrível sentimento que os une. Quando em sua lua de mel, Lake quer saber tudo sobre o marido, Will, reticente, desembaraça os nós da própria história. Revisitamos os bons e maus momentos. E aprendemos alguns fatos chocantes... O futuro de Will e Lake agora depende de como os dois lidarão com essas revelações...

   Eu poderia fazer três resenha por ser três livros, porém devido não ter muito o que falar decidi reunir meus pontos e fazer uma com o peso de 3.
   Primeiramente, graças a Deus que conheci Colleen Hoover através de outras obras, isso me fez gostar da autora, uma das minhas preferidas na verdade, estava checando tudo que era trabalho dela, até resolvi conhecer o primeiro, Slammed e não sei o que foi que houve mas não me cativou, mas também não achei detestável, gostei de conhecer Lake e Will, não gostei do que me foi apresentado, achei as coisas sem espaçamento, era uma coisa jogada em cima da outra, era muito para lidar.
   Na verdade se você me perguntasse qual foi meu personagem preferido, eu diria Lake mas com dúvida, achei ela uma garota forte para aguentar cada porrada que a vida deu, seu defeito, ainda é ser adolescente, e adolescente carrega aquela bagagem, apesar de ela deixa transparecer muito pouco, na verdade o personagem preferido, não era O, mas sim "Os" e pra resumi foram as crianças, eles era bem adultos pra idade dele, mas de vez em quando um lembrete que são apenas crianças. Kel meu preferido de todos, seguido Kiersten e depois Caulden.
   Will pra mim apesar das tentativas, foi o pior da história para mim.
   Falando da obra Slammed, é um conjunto de drama, onde os personagens aprendem a sobreviver com cada situação jogada no seu colo, porém tem sua parte bonitinha, a forma como eles realmente expressam os sentimentos sufocados no Slam(que para quem não sabe é uma forma de apresentar poesia porém usando a linguagem corporal para melhorar o drama), resumindo "Métrica" é DRAMA DRAMA DRAMA.
   Em "Pausa", dessa vez narrado por Will(apesar de achar o personagem fraco, porém sempre gosto do ponto de vista masculino), o que já acho super melhor, metade dos dramas já se foram, eles estão lidando com as consequência, e existe apenas um recém aparecido, fantasmas do passado para assombra a vida já carregada desses dois colocando tudo que eles já viveram em segundo plano e se questionarem o porque deles estarem juntos.
   Confesso que achei um pouco injusto Will ter que se provar, porém compreendo por conta da situação que a autora nos apresenta, é valido o questionamento, um livro quase todo pra acha a solução, achei um pouco cansativo, e quando resolve vem outro drama colocado novamente no colo do Will.
   Entenderam? Em nenhum momento os personagens tem um descanso.
   Em "Essa Garota" temos os pontos vista de Will dos ocorridos do primeiro livro, com pedaços de Lua de Mel.
   Pra resumi, a história deles é bem interessante porém há um excesso de drama.
   Após um tragédia Lake se ver mudando de cidade, um fato que ela detesta, porém encontra um motivo na nova cidade para fazer sua nova estadia melhor, o problema que nem tudo são flores e logos os problemas batem na porta impedindo deles estarem juntos, fora isso, um mal entendido surge na vida de Lake, porém quando é esclarecido, a vida de Lake pioram, juntando isso e se abster de quem ela ama, quase a leva ela a loucura, porém nosso cavalheiro na sua armadura brilhante decide jogar tudo para o alto e viver o amor, porém a felicidade não está na porta mesmo, isso porque o passado de Will bate na porta fazendo Lake questionar os motivos que levaram ele a amar ela, a parti daí tenta se rebolar para provar seu amor, quando tudo se acerta, a infelicidade de quase perder alguém que ama, bate novamente em sua porta, porém no final tudo dar certo e revivemos todos os acontecimentos de uma perspectiva diferente, melhor dizendo de outra pessoa.
1°: ★★★★★
2°: ★★★★
3°: ★★★★★

quinta-feira, 7 de julho de 2016

[Resenha]: Mar de Tranquilidade

 Título Original: The sea of tranquility

 Autor(a): Katja Millay

 Livro: Único

 Editora: Arqueiro

 Anos: 2014

 Sinopse: Nastya Kashnikov foi privada daquilo que mais amava e perdeu sua voz e a própria identidade. Agora, dois anos e meio depois, ela se muda para outra cidade, determinada a manter seu passado em segredo e a não deixar ninguém se aproximar. Mas seus planos vão por água abaixo quando encontra um garoto que parece tão antissocial quanto ela. É como se Josh Bennett tivesse um campo de força ao seu redor. Ninguém se aproxima dele, e isso faz com que Nastya fique intrigada, inexplicavelmente atraída por ele.

   A história de Josh não é segredo para ninguém. Todas as pessoas que ele amou foram arrancadas prematuramente de sua vida. Agora, aos 17 anos, não restou ninguém. Quando o seu nome é sinônimo de morte, é natural que todos o deixem em paz. Todos menos seu melhor amigo e Nastya, que aos poucos vai se introduzindo em todos os aspectos de sua vida.

   À medida que a inegável atração entre os dois fica mais forte, Josh começa a questionar se algum dia descobrirá os segredos que Nastya esconde – ou se é isso mesmo que ele quer.
Eleito um dos melhores livros de 2013 pelo School Library Journal, Mar da Tranquilidade é uma história rica e intensa, construída de forma magistral. Seus personagens parecem saltar do papel e, assim como na vida, ninguém é o que aparenta à primeira vista. Um livro bonito e poético sobre companheirismo, amizade e o milagre das segundas chances.

    Apesar de ele está nas livrarias desde 2014, parece apenas ter se tornado conhecido esse ano, posso está equivocada, porém não sei, primeiramente capa e título me conquistaram, mais a sinopse me fez balança, não estava preparada para sofrer, não poderia está mais errada.
   Sabe aqueles livros que se revelam um presente para você, esse livro foi "Mar de Tranquilidade", ele entrou na categoria para fazer companhia para duologia @mor, isso porque ele vai te conquistando aos poucos, como se você fosse uma mera intrometida assistindo as coisas desenrolarem.

Às vezes vezes me pergunto se não será mais fácil se eu fosse fisicamente incapaz de falar, pois aí não teria que pensar nisso o tempo todo.

   Nastya é uma personagem carregada, digamos que ela carrega uma bagagem extra que não dividi com ninguém, é uma forma que ela encontra de se punir ou até mesmo não deixar que seu maior segredo escape por ai, a não ser quando for pra pessoa certa, na hora certa. As pessoas para ela são todas previsíveis e estereotipada, e isso a diverte, com exceção de Josh, ele aparenta carregar uma bagagem assim como ela, porém diferente dela, ela pode saber sobre isso com qualquer pessoa, mas ela não quer, ela quer saber da fonte. E assim começa a interação entre os nossos protagonistas.


   Josh tem seu próprio mundo particular onde ninguém o incomoda, exceto Drew, que se recusa a se afastar dele por causa de um motivo bobo, isso porque todo mundo acha que Josh é um tipo de cavaleiro da morte, qualquer pessoa que está ao seu redor tem a tendência de morrer, e essa bolha particular é um imã para nossa protagonista que invadi sem a menor cerimônia.
   Não digo que um rouba o mundo do outro, na verdade arrisco-me a dizer que eles fazem uma troca Josh a entende sem precisar ela falar nada, assim como Nastya o entende sem ele contar muito.
   O especial desse livro, é que em nenhum momento ele é chato, todos os personagens conquistam sua atenção, todo momento vivenciado é lindo e as coisas se desenvolve de uma tal maneira que assim como os personagens você só descobre quando já está acontecendo, em nenhum momento fiquei aporrinhada por não revelarem o segredo logo(como costuma acontecer, em alguns livros que eu já li), pelo contrário, eu ficava ok, mais pela amor de Deus me mostrem mais desses dois, acho que esse é o sentimento, mesmo quando você chega no fim, tudo que você quer é mais, mais de Josh e Nastya, mais de Drew, mais de Clay e por ai vai. No meu caso desejei tanto que os personagens fosse reais e que eu pudesse interagir com eles, ver essa história de pertinho.
   Não vou falar demais, para não revelar a história, porque eu acho que esse livro merece ser lido sem spoiler, sem dar uma pulada no capítulo final, sem nada, tem que conhece-los aos poucos assim como eles vão se conhecendo.
   Para mim, merece umas cinco estrela e um favorito.

Naquele momento, eu sei o que ele me deu, e não é uma cadeira. É um convite, uma mensagem de boas-vindas, a confirmação de que sou aceita aqui. Ele não me deu algo para me sentar. Ele me deu um lugar.

---★★★★★---

terça-feira, 21 de junho de 2016

#Resenha: Para Onde Ela Foi

 Título Original: Where She Went

 Autor(a): Gayle Forman

 Livro: 02

 De: Se eu ficar

 Editora: Novo Conceito

 Ano: 2014

 Sinopse: Meu primeiro impulso não é agarrá-la nem beijá-la. Eu só quero tocar sua bochecha, ainda corada pela apresentação desta noite. Eu quero atravessar o espaço que nos separa, medido em passos não em milhas, não em continentes, não em anos , e acariciar seu rosto com um dedo calejado. Mas eu não posso tocá-la. Esse é um privilégio que me foi tirado.
   Com a mesma força dramática de Se Eu Ficar, agora pela voz de Adam, Para Onde Ela Foi expõe o desalento da perda, a promessa da esperança e a chama do amor que renasce.



   Quando vi "Se eu ficar" fiquei com aquela sensação de necessito saber o que aconteceu quando Mia "ficou", e combo Jamie Blackkley e Chlöe Moretz me conquistou, o suficiente para colocar mais dois livros na boa e velha lista interminável de leitura, e apesar de eu ter demorado um ano e um pouquinho para ler o segundo, cá estou eu para falar de "Para onde ela foi".

   Se em "Se eu ficar", Mia nos dar pequenos momentos do seu passado enquanto ela passa um tempo entre a vida e a morte, em "Para onde ela foi" não é tão diferente, a única diferença está na voz, porque agora quem nos fala é Adam com seu futuro conturbado, mas com lindas memórias para oferecer.
   Quando li a sinopse, já fiquei surpresa em saber que eles não estariam mais juntos, e confesso que achei o motivo um pouco previsível, dava para criar algo grande, com toda certeza, mas Adam agora cresceu, é um astro do rock frustado com uma pergunta jamais respondida, com uma namorada famosa e problemas com pessoas que costumavam ser seus amigos, ele está uma verdadeira bagunça com direito cigarro, bebida e ataques de pânico, ele está praticamente sobrevivendo, porque viver mesmo ele vivia quando Mia estava ao seu lado. Encontrou na música uma forma de desabafa aquilo que estava entalado na garganta.
   Com o passado bastante escondido, porém nada superado, uma jornalista encontra seu ponto fraco, soltando o gatilho para os problemas de Adam vim à tona, como resultado ele tem, na visão da jornalista, um ataque de estrelismo, que após uma conversa com seu agente, ganha um dia de folga para literalmente se acalmar e voltar a si, tudo que ele não consegui, porque ele não consegui calar seus questionamentos, ele está cansado de apenas respirar, porém o destino lhe dar um motivo para viver, isso porque Adam topa com um cartaz que informa que Mia Hall está fazendo um concerto essa noite próximo aonde ele está.
   Apesar de mentir pra si mesmo, dizendo que só vai para escutar a música dela e só, Adam se encaminha para o recital com a roupa totalmente informal, jurando que vai escapa dessa sem ser reconhecido e muito menos sem fala com a musicista, porém quem ele quer enganar? Adam, vocalista Shooting Star, sair ileso? Mais é claro que não, e finalmente chegou a hora de coloca as coisas em pratos limpos, colocar os pingos nos i's.

    Narrado por Adam, o livro conta não só o que aconteceu pós acidente, mais sim a consequência das consequência do mesmo, apesar de achado um pouco corrido a forma que tudo é jogado e solucionado, para mim foi uma boa leitura, mais não excelente. E realmente sinto muito pelo estúdio que adaptou o primeiro, não pretender adaptar o segundo, já que "Se eu ficar'' não rendeu bilheteria.
---♥♥♥♥♡---

domingo, 29 de maio de 2016

#Resenha: O Projeto Rosie

   Título Original: The Rosie Project

   Autor(a): Graeme Simsion

   Editora: Record

   Ano: 2013

   Sinopse: Para se ter a vida de Don Tillman, não é preciso muito esforço. Às terças-feiras come-se lagosta com salada de wasabi (seguindo um roteiro com refeições padronizadas que evitam o desperdício de ingredientes e de tempo no preparo); todos os compromissos são executados de acordo com o cronograma – alguns minutos reservados para a prática do aikido e do caratê antes de dormir; uma hora para limpar o banheiro; três dias da semana reservados para suas idas à feira – e se, apesar dessa programação, algum desagradável contratempo surgir em sua rotina, não há nada que não possa ser solucionado com meia hora de pesquisa científica.

Exceto as mulheres.

Até o momento, a única coisa não esclarecida pelos estudos no campo de atuação de Don, a genética, é o motivo para sua incapacidade de arrumar uma esposa. Uma namorada ao menos? Ou até mesmo uma amiga para somar ao seleto grupo de amigos de Don, formado por Gene, também professor na universidade, e a mulher dele, Claudia, psicóloga e esposa muito compreensiva.

Para solucionar esse problema do modo mais eficaz, Don desenvolve o Projeto Esposa, um questionário meticuloso que irá ajudá-lo a filtrar candidatas inadequadas a seu estilo de vida: fumantes JAMAIS, e mulheres que se atrasam por mais de cinco minutos ou que usam muita maquiagem estão fora dos critérios pouco flexíveis que o levarão à mulher ideal.

O único problema é que um questionário desse tipo exige tempo e dedicação, duas coisas que começaram a diminuir exponencialmente no cotidiano de Don desde que ele conheceu Rosie: fumante, vegetariana e incapaz de chegar na hora marcada. Ou esse era o único problema até Rosie entrar na vida de Don e – despretensiosamente, uma vez que ela nunca se candidatou ao Projeto Esposa – mostrá-lo que a mulher ideal não existe, mas o amor, sim.

   Que livro maravilhoso, juro que eu tentei ele regradamente, devagar, 4 capítulos por dia, mas não deu devorei.
   Creio eu que tenho uma queda por personagens nerds, isso porque nosso protagonista é Don, geneticista, professor da universidade que vive quebrando galho para seu amigo, que me deu nos nervos em diversos pontos do livro, Gene, que é casado com Claúdia.
   Don é um cara extremamente regrado que tem um rotina programada desde sempre, aqueles caras certinhos mesmo, que não tem noção de nada, até que certa vez, seu único casal de amigo o questiona sobre a vida pessoal, levando Don a criar o "Projeto Esposa" que consiste em um questionário baseados em todos seus relacionamento ou interação com o sexo oposto frustrados, passando por ela a candidata se torna apta para conhece-lo, o problema que ninguém é perfeito e o que Don busca é perfeição, é ai que entra Gene, seu melhor amigo decide intervi na escolha das candidatas, sob pretexto de ajudar Don na sua missão, o problema, que o mundo de Don é invadido por Rosie e tudo literalmente vai ruindo aos poucos.
    Tudo que Rosie queria era tirar um dúvida com Don, porém acaba no meio de um mal entendido que logo logo é meio esclarecido, surgindo assim uma amizade meio estranha, porém linda de se ver construir.
    Por que eu gostei? Sabe aquela montanha russa de emoções? Eu consegui senti, Don é tão inocente que não perceber as coisas debaixo do seu nariz, por exemplo seu amigo Gene, não que Gene seja ruim, digamos que ele é um bom amigo, mas sua conduta lastimável e o que ele usa como desculpa para fazer o que faz é rídiculo. Rosie é tão pé no chão e tão "a vida taí pra gente viver" que contagia, não é atoa que a gente começa shippar toda vida que ela e Don estão envolvidos, a gente torce pra ela virar de cabeça pra baixo tudo que o Don construiu, só para gente ver o Don conhecendo algo que ele jamais sonhou experimenta.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

#Resenha: Namorado de Aluguel

   Título Original: The Fill-In Boyfriend

  Autor(a): Kasie West

  Editora: Verus

  Ano: 2016

  Sinopse:  Quando Bradley, o namorado de Gia Montgomery, termina com ela no estacionamento do baile de formatura, ela precisa pensar rápido. Afinal, ela vem falando dele para suas amigas há meses. Esta era para ser a noite em que ela provaria que ele não é uma invenção de sua cabeça. Então, quando vê um garoto esperando pela irmã no estacionamento do baile, Gia o recruta para ajudá-la. A tarefa é simples: passar por namorado dela — apenas duas horas, nenhum compromisso, algumas mentirinhas. Depois disso, ela pode tentar reconquistar o verdadeiro Bradley.
   O problema é que, alguns dias depois do baile, não é em Bradley que Gia está pensando, mas no substituto. Aquele cujo nome ela nem sabe. Mas localizá-lo não significa que o relacionamento de mentira deles acabou. Gia deve um favor a esse cara, e a irmã dele tem a solução perfeita: a festa de formatura da ex-namorada dele — apenas três horas, nenhum compromisso, algumas mentirinhas.
   E, justamente quando Gia começa a se perguntar se pode transformar seu namorado falso em real, Bradley reaparece, expondo sua farsa e ameaçando destruir suas amizades e seu novo relacionamento.
    Inteligente e maravilhosamente romântico, Namorado de aluguel retrata a jornada inesperada de uma garota para encontrar o amor — e possivelmente até a si mesma.




    Não sei nem por onde começar, ia dizer que bati meu recorde, mas para começar isso seria uma mentira, já li livros maiores em tempo recorde, a ideia era apenas ler aos poucos e prova a história aos poucos, acontece que a história é tão gostosa que simplesmente não parei e quando vi cheguei ao final, não fechei cinco estrelas completas no meu conceito porque senti falta de algo, que explicarei melhor, mais abaixo.
   Mais namorado de aluguel, não é só um romance, ele se trata de mentira, ou de atos desesperados que cometemos sem medi as consequência, acho que o nome disso é aquela famosa "bola de neve" que vai aumentando e aumentando a maneira que você começa a rolar, é isso que Gia faz, começamos o livro sentindo seu incômodo com uma intrusa no seu ciclo social, que resume em duas melhores amigas, que a divide com a famosa Jules, que testa todas as gramas de paciência de Gia(a minha também), a reduzindo a apenas se provar, não que suas amigas exijam, mais para aquela inimiga não ter o prazer da vitória, consigo entender o lado de Gia, das Amigas, pra resumi de quase todos, com exceção da família dela e dessa garota.
   No começo achava que se tratava de uma história de amizade, claro com uma pitada de romance, porém o final me deixou com aquela sensação de que o sentimento não era reciproco(outra coisa que vou explica mais lá pra frente). Então Gia começa achando que vai fracassar e que Jules vai vencer, até ela encontrar sua, digamos, válvula de escape, sua saída, um namorado de mentirinha disposto a abraçar a ideia que era verdade até alguns minutos atrás, onde o namorado de verdade de Gia terminou com ela, resultado isso vai acaba mal, não antes da bola de neve aumentar, isso porque o que era para cobrir uma verdade, acaba se complicando, porque o momento que era para ter um ponto final ai, simplesmente se estende, em parte, culpa de Jules que está sempre buscando esticar o assunto afim de derruba a nossa popular mocinha Gia.
   Enquanto a amizade fica de escanteio, a mentira caminha para vira realidade, isso porque Gia prometeu retribuir o favor ao cara bonzinho que aceitou seu pedido maluco, certa vez quando ele precisa da retribuição pelo o que ele fez por ela, não que ele queria ou cobre, sua irmã sente-se obrigada a se intrometer, cobrando o favor em debito que Gia havia oferecido, em pró de salvar seu irmão da maior cilada do mundo, resultado, uma coisa que em circunstâncias normais para ambos protagonistas, jamais aconteceriam, acaba se desenvolvendo a medida que ambos interagem, aumentando suas expectativas para que o romance aconteça.


***SPOILER ALET, NÃO CONTINUE SE NÃO QUER SABER***

   Então achei a história bastante legal apesar de ter sentido que um dos fatos principais da história, que era amizade de Gia com suas amigas, ter ficado de lado, aquela coisa de não é reciproco que eu falei acima, assim que Gia finalmente explodi, por conta de bastante peso que ela carrega nas costa, pra não dizer consciência, fiquei esperando a reviravolta, fiquei esperando elas fazerem as pazes e juntar dois mundo, mais tudo que eu recebi foi um desabafo seguido de outro silencioso por parte das amigas dela, isso porque ela se senti como se tivesse pisando em casca de ovo desde que Jules entrou no ciclo de amizade, em quanto suas amigas dão de ombro. Juro que consigo entender o lado delas de que não é nada legal saber que sua amiga, não era ela mesma com elas, pensando que elas esperassem isso, que esperassem que ela agisse como agiu. 
   Jamais esperei que Jules levaria essa numa boa, infelizmente é isso que acontece, Jules prova que estava certa e ainda leva as duas "melhores amigas" para ela, sei que na altura do campeonato isso já não é mais lá tão importante para Gia, mais poxa foi o que começou tudo isso, foi por conta da pressão sofrida que a levou iniciar a bola de neve, foi pra proteger a amizade que ela sentia que estava perdendo por conta dos questionamentos de Jules, afinal quem gosta de ser levada na dúvida? Sei que não devemos nada ninguém, mais é um interruptor muito importante que deve-se pensar duas ou três vezes antes de aperta-lo. Acho que eu esperei coisa demais pro final, uma volta por cima, uma boa lição pra Jules e o gato de brinde. 
    Sobre a temática mentirar, ficou mais que provado no livro que o assunto é um Karma que mais cedo ou mais tarde ele vai te morde, mais no caso de Gia pega ela mesmo, não digo só pela perda das amizades, mas porque em uma determinada parte do livro ela é questionada, porém não tem muito crédito para se defender, até porque tudo começou com uma mentira, então por que deveria naquela hora acreditar nela? O que me deixou putíssima, não sei se é porque eu sabia o que aconteceu, mas de novo, entendo o lado dele é difícil escolher em acreditar, porém na altura do campeonato esperava mais dele, esperava que ele conhecesse o que Gia é capaz ou não de fazer.
   Por conta desses dois pontos fechei em quatro, porque a história é realmente boa, porém esperei mais do encerramento.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

#Resenha: Não Sou Uma Dessas

   Título Original: Not that kind girl: a youn woman tells you whats she's learned

   Autor(a): Lena Dunham

   Ano: 2014

   Editora: Intrínseca

   Sinopse: Não Sou Uma Dessas – Lena Dunham , a premiada criadora, produtora e estrela da série Girls, da HBO, apresenta uma coleção de relatos pessoais hilários, sábios e dolorosamente sinceros que a revelam como um dos jovens talentos mais originais da atualidade. Em Não sou uma dessas, Lena conta a história de sua vida e faz um balanço das escolhas e experiências que a conduziram à vida adulta 
    Comparada a Salinger e a Woody Allen pelo New York Times como a voz de sua geração, Lena é conhecida pela polêmica que desperta e por sua forma única e excêntrica de se expressar e encarar a vida. Engajada, a autora revela suas opiniões sobre sexo, amor, solidão, carreira, dietas malucas e a luta para se impor num ambiente dominado por homens com o dobro da sua idade.
    Já estou prevendo a vergonha que sentirei por ter pensado que tinha algo a oferecer, escreve Dunham. Mas se eu puder pegar o que aprendi e tornar alguma labuta mais fácil para você ou evitar que você tenha o tipo de sexo em que sinta que deve continuar de tênis para o caso de querer sair correndo durante o ato, então cada passo em falso que dei valeu a pena.
    Ela tem a habilidade extremamente rara de ser 100% ela mesma em 100% do tempo. The New York Times. 
    A escrita de Dunham é tão inteligente, honesta, sofisticada, perigosa e encantadora como a sua série Girls. O maior mérito do livro é um tipo de superconsciência divertida: de si mesma, do mundo, do ser humano. Ler Não sou uma dessas faz você se sentir feliz por estar no mundo e por Lena estar nele com você. George Saunders , escritor.




   Juro que para fala desse livro eu pensei bastante, ou melhor refleti bastante, confesso que escolhi ele, não porque sabia do que se trata, juro mesmo que não sabia que era uma especie de biografia e muito menos quem era Lena. Corrigi isso fazendo uma breve pesquisa e vi que ela era a criadora da serie "Girls"(que por sinal nunca tive interesse de assistir, porém dizem por ai que é bem legal, apesar de ser um pouco polêmico, isso é o que eu ouvi, então perdão, se estou sendo equivocada).
   Primeiramente o título me chamou atenção, logo depois a capa de maneira simples me cutucou para começa-lo e pra fala desses livros, imaginei várias abordagens, vários começo, porém decidi apenas dizer, que ao ler "Não Sou Uma Dessas", me senti em festa altamente tediosa onde um estranho se junta a mim e decide contar sua vida particular para uma pessoa que nunca mais vai ver na vida, e você se pegar perguntando por que não? Afinal não a nada de melhor acontecendo agora, então vamos lá. Confesso que Lena me fez rir brevemente, me surpreendeu diversas vezes, mais na maioria das vezes eu estava mesmo era curiosa para entender como Lena funciona.
    Isso porque a primeira visão que você tem é de que ela é estranha, mais rotula-la assim, me incomodava, porque a gente tem o costume de imaginar uma vida toda perfeitinha para todo mundo e o direito de ter o mundo bagunçado é particular, Lena não só expõe a caminhada para ela chegar aonde está, como compartilha sua forma de pensa, seus medos, suas manias, loucuras e as engrenagens que a levaram até lá sem medo, correção com medo, porém não deixando esse fato a impedir, então meu conceito ganhou um novo adjetivo, além de estranha,  Lena se tornou uma sincera estranha para mim, uma mulher que dar a cara a tapa e sabe o que? A julguem, que ela está literalmente cagando para a sua opinião, porém ainda me incomodava o terno estranha, até em um determinado ponto que você começa compreender que ela é assim e que estranha possivelmente a estranha é você por querer que ela se encaixe em algo que nem mesmo você ou a maioria das pessoas se encaixaria, que o famoso bom e velho padrão(isso Lena passa bem longe).
    O fato é Lena é crua, em alguns casos fria, extremamente curiosa e não ver problema alguma em experimenta algo que ela nunca fez ou provou antes, louca também, por que não? Ela não busca aceitação e se indigna fácil, ela cresceu no mundo sendo exatamente o que ela é. E no final das contas consegui deixa de lado o "estranha", porém certas coisas que ela fez em busca de algo, seja sentimento ou pra buscar algum tipo de resultado, me incomoda.
    Então é hora de encerra essa festa, agradecer por essa partilha e ir embora. Não diria que recomendo, mais quem tiver curiosidade fica a vontade.

domingo, 20 de março de 2016

#Resenha: PEQUENAS GRANDES MENTIRAS

 Título Original: Little Big Lies

 Autor(a): Liane Moriarty

 Editora: Intrínseca

 Ano: 2015

Sinopse: Depois do sucesso de O segredo do meu marido, a autora australiana Liane Moriarty apresenta um livro ousado sobre as perigosas meias verdade que contamos a nós mesmos para sobreviver.
Com muita bebida e pouca comida, o encontro de pais dos alunos da Escola Pirriwee tem tudo para dar errado. Fantasiados de Audrey Hepburn e Elvis, os adultos começam a discutir já no portão de entrada, e, da varanda onde um pequeno grupo se juntou, alguém cai e morre.
Quem morreu? Foi acidente? Se foi homicídio, quem matou?
Pequenas grandes mentiras conta a história de três mulheres, cada uma delas diante de uma encruzilhada.
Madeline é forte e decidida. No segundo casamento, está muito chateada porque a filha do primeiro relacionamento quer morar com o pai e a jovem madrasta. Não bastasse isso, Skye, a filha do ex-marido com a nova mulher, está matriculada no mesmo jardim de infância da caçula de Madeline.
Celeste, mãe dos gêmeos Max e Josh, é uma mulher invejável. É magra, rica e bonita, e seu casamento com Perry parece perfeito demais para ser verdade.
Celeste e Madeleine ficam amigas de Jane, a jovem mãe solteira que se mudou para a cidade com o filho, Ziggy, fruto de uma noite malsucedida.
Quando Ziggy é acusado de bullying, as opiniões dos pais se dividem. As tensões nos pequenos grupos de mães vão aumentando até o fatídico dia em que alguém cai da varanda da escola e morre. Pais e professores têm impressões frequentemente contraditórias e a verdade fica difícil de ser alcançada.
Ao colocar em cena ex-maridos e segundas esposas, mãe e filhas, violência e escândalos familiares, Liane Moriarty escreveu um livro viciante, inteligente e bem-humorado, com observações perspicazes sobre a natureza humana.


    Segundo livro que leio da autora e fico assim encantada com leveza que a Moriaty tem pra escrever personagens tão reais, inclusive quando estou lendo algo dela consigo imagina um pequeno filme rolando na minha cabeça.
    Confesso que em "O Segredo do Meu Marido" foi necessário um pouco de paciência pro livro me pegar, não vou dizer que em "Pequenas Grandes Mentiras" foi o contrário, porque não é verdade, porém me preparou para o que estava vindo, isso porque na escrita de Moriaty, você não dar nada pelo começo porém quanto mais chance você vai dano a história, pequenas perguntas vão se formando e você vai querendo ler cada vez mais para saber mais, infelizmente as perguntas também aumenta e com isso você já não quer mais larga o livro porque necessita das respostas.
   Em "Pequenas Grandes Mentiras" temos três figuras cada qual com um estilo diferente de vida, Madaline é casada, porém antes disso era divorciada e tem que conviver com o ex-marido de vez em quando porque ambos tiveram uma filha ao qual dividem a custódia e a meia irmã da sua filha estuda na mesma escola e tem a mesma idade dos seus filhos do atual casamento. Celeste tem um vida perfeita invejável por muitos, porém ninguém sabe sua realidade, e sinceramente não desejaria para ninguém. Jane uma mãe solteira.
   O que as três tem em comum? filhos no Jardim de infância e uma pequena confusão levada até o final da história. A única certeza que a gente tem é que alguém morreu e que o livro conta o cenário de uma investigação para descobri o assassino, enquanto isso conhecemos em forma de depoimentos as nossas coadjuvantes.
   Pra resumi, o enredo é bem o que o título vende mesmo, tudo começa com uma pequena que mais tarde se transforma em uma grande mentira, que acaba literalmente mal quando a verdade vem atona!
"Se não tem nada agradável a dizer, não diga nada"

domingo, 21 de fevereiro de 2016

#Resenha: Um Dia

Título Original: One Day

Autor: David Nicholls

Ano: 2011

Editora: Intrínseca

Sinopse: Dexter Mayhew e Emma Morley se conheceram em 1988. Ambos sabem que no dia seguinte, após a formatura na universidade, deverão trilhar caminhos diferentes. 
   Mas, depois de apenas um dia juntos, não conseguem parar de pensar um no outro. Os anos se passam e Dexter e Emma levam vidas isoladas — vidas muito diferentes daquelas que eles sonhavam ter. Porém, incapazes de esquecer o sentimento muito especial que os arrebatou naquela primeira noite, surge uma extraordinária relação entre os dois. 
   Ao longo dos vinte anos seguintes, flashes do relacionamento deles são narrados, um por ano, todos no mesmo dia: 15 de julho. Dexter e Emma enfrentam disputas e brigas, esperanças e oportunidades perdidas, risos e lágrimas. E, conforme o verdadeiro significado desse dia crucial é desvendado, eles precisam acertar contas com a essência do amor e da própria vida. 
    Um Dia é um fenômeno editorial no Reino Unido, sucesso absoluto de crítica e público, e teve o roteiro adaptado para o cinema pelo próprio autor, David Nicholls.

   Oi gente, demorei mais cheguei com essa belezinha, infelizmente, com muita dor no coração, não tenho muitos elogios a fazer...
   No quesito filme vs. Livro, fico com o filme, achei mais transparente, mais direto, mais amor, tanto que "Um dia" é um dos meus filmes preferido, ao contrário do livro, desculpe a quem gosta, porém foi um dos piores que li, pensei em desistir em muitos pontos, não conseguia engolir o Dexter, porém a dois passos do final eu cheguei a encontra uma gota de carisma, queria que o skoob tivesse a opção para dar duas estrelas e meia, porém não achei bom o suficiente para dar três, então não passei de duas. 
   Isso porque o livro é muito parado, os personagens são mais intenso, gostei da maneira que o Jim deu vida ao Dexter, porém acho que o carisma dele deixou o Dexter, um pouco menos babaca, isso porque no livro Dexter é detestável, egoísta e se acha o Deus, em alguns casos gosta de humilhar as pessoas por conta de algo que se ele parar para pensar nem é tão interessante assim, e em nenhum ponto quando ele começa a despenca na sua vida por fina força alcançada, consigo senti pena dele, pelo contrário, não vou dizer que acho bem feito, acho que foi apropriado, só assim ele finalmente coloca os dois pezinhos no chão e a realidade o bate com um belo soco de direita, de tudo ele é reduzido a nada, e como toda pessoa nessa situação, tenta encontrar de algum jeito uma maneira de correr atrás dos prejuízos e conserta as coisa, outro ponto positivo no filme, é o tempo da separação dos inseparáveis amigos, no filme dar a entender que eles passaram um bom tempo sem se falarem, até se cruzarem no casamento, onde a noiva faz parte da extensa lista que Dexter já se deitou, e mesmo assim ele vem com uma mega bomba para Em, no livro isso não é bem assim, ele já havia chegado a se encontrarem algumas vezes, porém o contato entres tinha sido mero cordialidade. 
   Acho que o que não gostei do livro é um fator bem realista, um deles se dar mais que o outro, o outro aproveita que um deles é trouxa demais para se aproveitar, ao contrário do filme, no filme eu enxerguei o amor adiado, no livro vi apenas Em amando Dex sozinha, até ele finalmente se tocar que a única que nunca vai decepciona-lo, afinal ela já viu o melhor e o pior dele, o que achei injusto, porque Emma merecia mais do que ser estepe até ele a enxergar. 
   Pra resumi de uma maneira bem escrota, é que Dexter só ver o próprio nariz até o último segundo, enquanto Emma...
  ... Emma é simples, tem suas ambições, e não ver problema algum trabalhar para alcança-los, Emma do livro com Emma do filme não muda muita coisa, ela está sempre lá pro amigo, mesmo nos seus piores momentos, um ponto alto do filme, que também adorei no livro, é quando finalmente Emma toma consciência que é amiga sozinha de uma pessoa egoísta, uma pessoa que não consegui se interessar pela vida dela e nem faz esforço, diferente dela, que mesmo desaprovando a vida do amigo, faz questão de ouvi-lo.

"Eu te amo Dex. MUITO! Eu só não gosto mais de você."

    Sobre as considerações finais, eu tenho um amor e ódio pelo final dessa história, nesse pontos bato palmas pro livro, digamos que o filme foi generoso em dar um final conformista pra Dexter, enquanto no livro a realidade é outra, pesa o tempo perdido, pesa muita coisa. 
   Na minha cabeça, eu tenho um conflito, que acha bom Emma ter morrido, afinal todo castigo pra gente arrogante é pouco, mesmo que a pessoa tenha mudado, mais é aquele ditado, o que você planta, você colhe, cedo ou tarde, e Dexter colheu no melhor momento da vida dele, ele paga por todos os destroços que ele causou, até ele finalmente se conserta. Por outro lado Emma não merecia esse final, merecia ter sua criança e viver feliz, nem que fosse com outra pessoa enquanto Dexter assistia isso de camarote. mas também aquela lição, fazer o bem, é mais que sua obrigação, não há recompensa.


"Você pode passar a vida inteira sem perceber que aquilo que procura, está bem na sua frente"

  Um dia continua sendo uma das minhas histórias cinematográfica preferida, mais leve, lá conseguir ver romance oculto no meio de toda babaquice, já o livro foi um pesadelo que eu me obrigava a terminar a qualquer custo em consideração ao filme(que veio dele, né!?). 


 


quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

#Resenha: A Menina Que Roubava Livros

 Título Original: The Book Thief

 Ano: 2007

 Autor(a): Markus Zusak

 Editora: Intrínseca

 Sinopse: Ao perceber que a pequena Liesel Meminger, uma ladra de livros, lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. A mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler. Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade. A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História.


   Sempre ouvi falar o quão espetacular era esse livro, porém nunca me interessei para lê-lo, nem para ver o filme, coisa que ainda tenho que fazer, então poucos livros estão na categoria, jamais ler novamente, na verdade apenas um estava nessa categoria, até terminar de ler a nossa roubadora de livro, pelo simples motivos de que não tenho estrutura para ir até o final.
   A melhor coisa desse livro é a narração, que por sinal é muito bom ver uma nova face da morte, a compaixão pelas almas que deixam esse mundo, quanto a fascinação que a morte tem pela garotinha que escapa das suas mãos uma vez ou outra.
   Na verdade eu demorei um tanto para ler esse livro, porque ele demorou a me pegar, não porque ele é ruim, pelo contrário ele é bom, porém a temática nazista não é algo que me atrai, na verdade acho a época mais triste da história do mundo, onde as pessoas simplesmente eram peças de tabuleiro e não havia escolha, apenas sorte de nascer em um berço aceitado pela sociedade e outro que era marcado para morrer e aquele disposto a qualquer ato favorável ao oposto teria sua devida punição, deveria ser horrível viver nessa agonia, de reprimir e ser obrigado a ser/criar pequenos monstrinhos.
      Quando penso nessa época, sinto conforto por terem derrubado esse pequeno doloroso reinado de Hittle.

Hail Hittle!

   E assim eu vou começar a falar de “A Menina que Roubava Livros”, o que mais me atraiu não foi a protagonistas, mais sim os que viviam ao seu redor, e o primeiro a ganhar meu coração, foi Rudy, o garotinho que queria quebrar os paradigmas e gritar pro mundo que mesmo sendo um garotinho branco como a neve, tinha o desejo de ser aquele negro corredor, que ganhou várias medalhas, chamado Jesse Owens, por diversas vezes, Rudy me deixou com o coração pulando nas mãos em meio caos, isso porque primeiramente achei que ele ia deixa de ser esse garotinho aberto para ser um cidadão modelo Hittlerista, mais não, ele pode até ser obrigado a virar um, porém sua essência continua a mesma de sempre, e para compensar ser obrigado ser uma coisa que ele não quer, decide viver uma vida louca(de uma maneira vingadora ou compensadora, não sei depende do seu ponto de vista) as escondidas com sua pessoa favorita.

Que tal um Beijo, Saumensch?

   Hans, ou papai como preferirem chamar, foi o segundo que encheu meu coração de amor e desespero, simplesmente tinha a impressão que ele iria ser pego a qualquer momento, isso porque Hans era o tipo de pessoa que tinha o coração do tamanho do universo, era corajoso e covarde ao mesmo tempo, e guiou Liesel para entender o que era o bem e conviver com o mal.

E se houver mais ataques, continue lendo no abrigo!

   O mais importante, que me fez sentir como se estivesse em um baquinho de praça ouvindo uma história impressionante, dona morte, nossa narradora, que na verdade tenho que agradecer ao Markus por nos mostra essa nova faceta da morte, eu diria que ela é quase humana, mas compará-la com seres como nós chega a ser uma ofensa, não pense que ela goste de levar as almas, ela apenas não tem escolha, assim como nosso trabalho é viver, o dela é de ceifar vidas, mesmo aquelas que não estavam na hora certa de parti, ela se intriga e é curiosa, numa dessas olhadas ao mundo dos vivos, ela encontrou Liesel, uma menina bastante espertinha que escapou de suas mãos umas pencas de vezes, e uma ótima contadora de história e belos pontos reflexivos.

Provavelmente, é lícito dizer que, em todos os anos do império de Hitler,
nenhuma pessoa pôde servir ao Führer com tanta lealdade quanto eu. O ser
humano não tem um coração como o meu. O coração humano é uma linha, ao
passo que o meu é um círculo, e tenho a capacidade interminável de estar no
lugar certo na hora certa. A conseqüência disso é que estou sempre achando seres
humanos no que eles têm de melhor e de pior. Vejo sua feiúra e sua beleza, e me
pergunto como uma mesma coisa pode ser as duas. Mas eles têm uma coisa que
eu invejo. Que mais não seja, os humanos têm o bom senso de morrer.

   Juro que Max é meu último personagem favorito nessa história, apesar de gostar de todos, atém mesmo de Rosa que no começo assusta a gente, mas Max, é o sobrevivente dos sobreviventes dessa história, ele era a especie de bicho que Hittle caçava e queria extinguir, aceitava qualquer migalha em troca do amanhã, mais como todo animal, sabe a hora certa de abandonar o barco, em pro dos seus donos, pode ser triste compará-lo com um animal, pasmem infelizmente, as condições o obriga a viver assim.

Era uma vez um homenzinho estranho...
...Mas havia também uma sacudidora de palavras”

   Você deve está se perguntando e a Liesel? Nenhuma palavra? Pra resumi ela é uma garota que entra com o pé esquerdo na vida, de cara perde o irmão, mais tarde compreende que jamais voltará a ver sua mãe biológica, tem que se adaptar a um novo lar, a uma nova família, com o tempo, percebe que tem que medir suas ações, para que as reações não seja catastróficas e vive altas aventuras com seu melhor amigo e vizinho Rudy. Pra resumir ela é sobrevivente de uma época que marcou a história e tem esse presente pra contar, para quem quiser ouvir, no caso ler. Na minha opnião achei Liesel normal, não me cativou, porém normal.


   Minhas considerações finais é que, não sei se me daria bem na trama, porém acho que seria um pouco de Rudy com Hans e Max, mais contaria essa história igual a dona Morte. Meu conselho é muita paciência e calma, não desista se a história fica tediosa, esforce-se para ir até o final, é recompensante. Não leria de novo, mas super indico. É aquela história que todo mundo deveria ler, pelo menos uma vez na vida.  

domingo, 30 de agosto de 2015

Plutão

Título Original: Pluto

Livro: Uma História de Extraordinário

Ano: 2015

Autor(a):R.J. Palacio

Editora: Intrínseca

Sinopse: Plutão - Em Plutão, R. J. Palacio traz a história de Christopher, o melhor amigo de infância de August Pullman, um garoto de feições incomuns que encantou leitores do mundo inteiro no romance Extraordinário. Exclusivo em e-book, o livro alterna entre o presente e flashbacks de quando os dois meninos eram vizinhos. Plutão acompanha Chris ao longo de um dia especialmente complicado. Os pais estão se divorciando e ele está com dificuldades na escola, mas mesmo afastado do velho amigo, é relembrando alguns desafios e aprendizados que teve ao lado de Auggie que Chris encontra algum conforto. Uma linda história sobre o valor da amizade na vida das crianças, uma vivência intensa e marcante.




   Gostaria de avisar, que se você não leu "Extraordinario" é melhor volta aqui depois, ou simplesmente pular para o próximo post, por que? Bom, porque iremos fala de um spin off do livro, onde conhecemos um pouco, ou o lado, do melhor amigo do Auggie, Christofer. Curtinho, com apenas 90 pagínas, você acaba lendo essa delicinha, sem nem sentir.
    Enfim conhecemos como iniciou a amizade dos dois, e uma visão de uma criança a ter, como melhor amigo, um garotinho com deficiência, cujo todas as outras crianças se assustam e apesar dele não entender o porque!? O tempo passa, e Chris começa a sentir o peso de ser amigo do Auggie, e tenta concilhiar seu tempo com ele e com outra crianças normais.
Ser amigo do Auggie era bem difícil às vezes.
    Porém, nem tudo é para sempre, e em tempos atuais, eles já não são tão presentes um na vida do outro, e passamos a conhecer um pouco da rotina do Chris, enquanto Auggie enfrenta sua primeira vez na escola, as coisas ficam mais difícil ainda, quando seus novos amigos, estão presente em umas das videos chamadas de Auggie com ele, resultando em aborrecimento, isso porque Chris não curti muito que as pessoas riem da deficiência de Auggie, e para não acabar brigando com o mundo, ele meio que preferi esconder esse lado da vida dele, mas quem disse que a vida de um garoto normal, também não é cheia de problemas? E quem melhor, que seu melhor amigo de infância, para ajuda-lo a supera-los?
    E gente, todo amor do mundo, pra autora, R.J. Palacio, por escrever essas belezinhas

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

O Lado Feito do Amor

 Título Original: Ugly Love

 Edição: Única

 Autor(a): Colleen Hoover

 Editora: Galera Record

 Ano: 2015

 Sinopse: O Lado Feio do Amor - Quando Tate Collins se muda para o apartamento de seu irmão, Corbin, a fim de se dedicar ao mestrado em enfermagem, não imaginava conhecer o lado feio do amor. Um relacionamento onde companheirismo e cumplicidade não são prioridades. E o sexo parece ser o único objetivo. Mas Miles Archer, piloto de avião, vizinho e melhor amigo de Corbin, sabe ser persuasivo... apesar da armadura emocional que usa para esconder um passado de dor.O que Miles e Tate sentem não é amor à primeira vista, mas uma atração incontrolável. Em pouco tempo não conseguem mais resistir e se entregam ao desejo. O rapaz impõe duas regras: sem perguntas sobre o passado e sem esperanças para o futuro. Será um relacionamento casual. Eles têm a sintonia perfeita. Tate prometeu não se apaixonar. Mas vai descobrir que nenhuma regra é capaz de controlar o amor e o desejo.



   Não sei porque demorei tanto para começar esse livro, minha curiosidade estava desperta desdo do dia que vi a fotinha do Nick Bateman com o uniforme de piloto, e a palavra adaptação caíram nos meus olhos, pensei necessito ler, antes do filme, porém ele foi ficando de escanteio, até que ontem eu lembrei, comecei a ler e engolir o livro em poucas horas.
   A história prende tanto a gente que você não ver o tempo passa, você só quer saber mais, ainda não tive nenhum contato com outros livros da Colleen, porque motivos de não quero aumentar minha pequena grande lista, mais por esse primeiro contato que eu tive, eu quero doses e mais doses de obras literárias dela.
    Então a história é narrada por duas pessoas, Tate, uma garota jovem que decide morar com o irmão mais velho enquanto termina seus estudos e acaba se esbarrando com o nosso segundo narrador, Miles, um homem reservado e misterioso, que carrega aquela carga que toda garota quer desvendar.
   Apesarem de começarem com o pé esquerdo, eles logo decidem conserta e tenta novamente com o pé direito. Intrigada com Miles, conhecemos uma Tate sem filtro, simpática e alguns casos bastante direta e firme, seus pensamento se transforma em água com facilidade, que se senti atraída por uma pessoa que não deveria, e ela não gosta nada desse sentimento, porque está ciente que a pessoa em questão é muito complicada, muito fechada, que aqui e ali manda sinais controversos, que a põe em dúvida se deve ou não, avança um pequeno sinal, até que uma proposta surge e apenas duas regras deverão ser seguidas, a de nunca pergunta por seu passado e muito menos esperar um futuro.
  Já Miles é complicado de descrever, assim como ele é em pessoa, digamos que enquanto você conhece o futuro por Tate, o passado fica com Miles, e lhe faz deseja ou até mesmo se perguntar, por que ele não trata Tate assim? Por que esse Miles do passado, não é o mesmo que tá ali junto com a Tate no futuro? O que aconteceu para torna-lo assim? Daí seu coração vai apertando um pouco, não por eles, mais sim por Tate, você quer que ela pare de ser tão disponível, você quer que ela tenha outro relacionamentos, mais você também quer que Miles acorde pra vida, porque ele não merece o que tem nas mãos e vai deixando escapar, você quer sacudi-lo para ele contar logo o que o fez ser tão amargurado. Você simplesmente se sente frustrada. até que você finalmente alcança os capítulos finais e conhece a tragedia tão misteriosa que o tornou esse Miles, você até fica com o coração apertado por ele, mais inconformada ao mesmo tempo, porque Tate não merece ser tratada assim por algo que ela não teve culpa, e nem engulo a frase que o problema não é ela e sim ele, o problema na verdade é eles dois, ambos sentem demais, porém um deles gostaria de abafa esse sentimento, enquanto o outro quer abraça-lo de corpo e alma.
  Estrelado pelo Nick Batemana, o filme está previsto para 2016, mais já temos um tease de dar água na boca e derreter pensamentos... Quem ai está ansiosa?